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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Concessão da Ceagesp



Governo de São Paulo abre chamamento público para concessão do Ceagesp





O Governo de São Paulo publicou no Diário Oficial do Estado da última sexta-feira (6) o edital de chamamento público para a modelagem da licitação e o estudo de alternativa de localização do novo Ceagesp. O objetivo é que a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo tenha melhor facilidade de acesso e de distribuição dos produtos comercializados no local.

As empresas que participarem da concorrência deverão procurar áreas próximas ao Rodoanel Mário Covas com acessos já existente, visando a facilitação da distribuição dos produtos comercializados no Novo Centro de Abastecimento Alimentar (Novo Ceasa). Atualmente, o Ceagesp é localizado na Lapa e chega a receber sete milhões de toneladas de alimentos por ano.


 As empresas deverão entregar estudos de construção, implantação, modelagem operacional, econômico-financeira e jurídica do empreendimento. Poderão participar consultorias, agentes financiadores, futuros concorrentes à operação e demais interessados no projeto. O prazo será de 60 dias para entrega das propostas e outros 60 dias para a avaliação das sugestões afim de chegar em uma modelagem final. Os autores responsáveis pela proposta escolhida, serão ressarcidos pelo futuro concessionário em até R$ 2,5 milhões.

Para participar os interessados deverão solicitar ao Governo de São Paulo a autorização em até 15 dias contando da data de publicação do edital do chamamento. O órgão estadual terá até cinco dias para publicar a lista de participantes aprovados.
Por Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb

sábado, 23 de setembro de 2017

O governo recuando



Caixa reduz para 50% limite para financiamento de imóveis usados
  • 23/09/2017 10h07
  • Brasília
Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil


 A redução no financiamento de imóveis usados vale para todas as modalidadesArquivo/Wilson Dias/Agência Brasil




A partir desta segunda-feira (25), os mutuários terão mais dificuldade em financiar a compra de imóveis usados. A Caixa Econômica Federal reduziu para 50% do valor do imóvel o limite máximo de financiamento. Atualmente, os clientes poderiam financiar até 60% ou 70% do montante dependendo do tipo de linha de crédito contratada.

A redução vale para todas as modalidades, como Minha Casa Minha Vida, empréstimos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (que usa recursos da poupança).

Em nota divulgada na noite dessa sexta-feira (22), o banco informou que o novo limite vigorará para as futuras operações de crédito. As propostas em análise entregues até esta semana continuarão a operar sob os limites antigos, caso o empréstimo seja liberado.

Responsável por 70% do crédito imobiliário no país, a Caixa informou que a redução dos limites ajusta o capital disponível da instituição financeira às condições do setor, cujo volume de crédito está crescendo neste ano. De maio a julho, o valor das concessões de financiamentos com juros regulados – como os imobiliários – somou R$ 2,4 bilhões, alta de 24% em relação ao trimestre anterior (fevereiro a abril).

Imóveis novos
Num cenário de crescimento da demanda por crédito em meio a um capital limitado, a Caixa está dando prioridade aos financiamentos para a aquisição de imóveis novos. Em agosto, o banco tinha reduzido de 90% para 80% do valor da unidade o teto para a compra de imóveis novos e de 90% para 60% ou 70% o limite para a compra de imóveis usados.

Em maio, a Caixa tinha suspendido para o restante do ano a linha pró-cotista FGTS, que usa recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o financiamento de unidades de até R$ 950 mil e cobra juros de até 8,66% ao ano de trabalhadores com carteira assinada.

O banco alegou falta de recursos e informou que a linha – a segunda mais barata depois do Minha Casa, Minha Vida – só será retomada em 2018.
Edição: Armando Cardoso
 

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Suspensão em 2016



Notícias 17 Mar 2016 




A Secretaria da Fazenda do Pará, Sefa, realizou, no dia 17/03 a suspensão cadastral de 19.680 contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias, ICMS, que estavam em situação irregular junto ao Fisco. Com a medida estas empresas não poderão vender nem comprar mercadorias.

De acordo com a legislação estadual as empresas podem ser suspensas em várias hipóteses, entre elas quando, trinta dias depois da concessão da inscrição estadual permanecerem sem emissão de documentos fiscais válidos ou quando, sendo emissores regulares de documentos fiscais eletrônicos, deixar de emiti-los por um período igual ou superior a três meses.

“Todos os contribuintes alcançados com a medida só emitem, ou deveriam emitir, documentos eletrônicos, que são a Nota Fiscal Eletrônica, NFe, a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, NFCe e o Conhecimento de Transporte, CTe”, informa o diretor de Fiscalização, auditor de receitas Célio Cal Monteiro. A legislação tributária foi adequada para se adaptar a emissão de documentos eletrônicos.

Para poder voltar a comercializar, as empresas devem formalizar um processode reativação da inscrição estadual, junto as unidades regionais da Secretaria da Fazenda em todo o Estado. Após a ativação do cadastro, a empresa tem até cinco dias para emitir documento fiscal, caso contrário ela retorna a situação de suspensa. “ASecretaria vai apreender as mercadorias que passarem na fronteiras do Estado. O trabalho de fiscalização na fronteira é fundamental para a efetividade da legislação”. 
As regras para suspensão de empresas estão regulamentadas no decreto 1.391/15. Para dúvidas, ligar para 0800.725.5533.